
O fechamento contábil de 2025 será decisivo para a adaptação das empresas às mudanças fiscais que entram em vigor em 2026. A apuração dupla de tributos com a chegada da CBS e do IBS, o fim da DIRF e o aumento do cruzamento automático de dados elevam o nível de rigor e exigem precisão total nas informações contábeis e fiscais. Neste artigo, você entende por que o planejamento para 2026 é diferente de todos os outros anos, quais são os principais riscos do fechamento manual e como estruturar processos, alinhar sistemas e reduzir inconsistências com apoio tecnológico, garantindo conformidade desde o início da nova fase tributária.
Como lidar com um ano marcado por novas regras, maior rigor fiscal e mudanças estruturais na tributação? A proximidade do fechamento contábil gera tensão em muitos departamentos financeiros, principalmente diante das exigências que passam a valer na transição para 2026.
A consolidação das obrigações acessórias, o fim da DIRF e o cruzamento automático de informações entre sistemas ampliam o risco de inconsistências. Sem preparação, as empresas enfrentam atrasos, autuações e retrabalho em escala.
Neste artigo, veja como estruturar processos, alinhar sistemas e reduzir riscos com apoio tecnológico. Continue a leitura e conheça os pontos críticos para 2026.
O ano de 2026 não será apenas mais um ciclo fiscal. Pela primeira vez, empresas terão de operar com dois sistemas tributários em paralelo, exigindo preparo técnico e precisão nos dados.
Além da complexidade nas entregas, há mudanças definitivas nas obrigações acessórias e maior risco no cruzamento automático das informações contábeis e fiscais.
A Reforma Tributária entra em fase de teste com a criação da CBS e do IBS, que substituem tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. Em 2026, essas novas contribuições terão alíquotas simbólicas: 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS.
Apesar do impacto financeiro ser nulo, já que os valores serão compensados, a exigência operacional é real. O sistema de gestão precisa calcular os tributos antigos e novos simultaneamente, garantindo coerência nas apurações e nos arquivos fiscais.
Sem um ERP atualizado, o risco de falhas na emissão de notas, na escrituração e no cruzamento de informações aumenta consideravelmente.
A entrega da DIRF em 2026, referente ao ano-base de 2025, será a última. A partir daí, os dados de Imposto de Renda Retido na Fonte passam a ser informados exclusivamente por EFD-Reinf e eSocial.
Por isso, o fechamento do ano fiscal de 2025 precisa refletir total alinhamento entre escrituração e declarações acessórias. Qualquer divergência entre fontes será detectada e poderá gerar autuações.
É o momento final para validar os dados com segurança antes da substituição completa do modelo atual.
A Receita Federal cruza as informações da Escrituração Contábil Digital (ECD) com a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). O foco está no lucro declarado: qualquer divergência entre o resultado contábil e o fiscal levanta alertas automáticos.
Esse cruzamento exige consistência total entre os saldos e lançamentos. Pequenas diferenças de classificação ou erro na apuração podem gerar notificações e bloqueios.
Sem um ERP contábil integrado, a conciliação entre essas obrigações se torna arriscada, demorada e sujeita a erros manuais.
A consistência das informações de 2025 será determinante para o cumprimento das novas obrigações fiscais em 2026. Um processo bem conduzido reduz riscos e garante segurança nas entregas acessórias.
Veja os pontos essenciais que precisam ser validados:
Com esses controles aplicados, o fechamento contábil anual torna-se uma ferramenta de conformidade e preparação para a nova realidade fiscal.
A transição para o novo modelo tributário exige um controle mais rigoroso e preventivo. As obrigações fiscais em 2026 envolvem tanto a continuidade das exigências atuais quanto a adequação às novas regras da CBS e IBS.
Para garantir conformidade desde o primeiro mês do ano, é necessário:
A adoção antecipada dessas medidas garante estabilidade no cumprimento das obrigações e evita retrabalho ao longo do exercício.
Fechamentos feitos de forma manual exigem controle constante, conferência repetitiva e atenção a cada detalhe. À medida que aumentam as obrigações fiscais, esse modelo se torna inviável e expõe a empresa a falhas evitáveis.
Sem automação, a conciliação entre contabilidade, fiscal e folha de pagamento perde consistência. Isso eleva o risco de divergências entre declarações como ECD, ECF, eSocial e EFD-Reinf, com impactos diretos no cumprimento de prazos e na segurança das informações.
A plataforma da StarSoft foi desenvolvida para eliminar esses pontos críticos. O sistema conecta áreas, integra dados em tempo real e executa validações automáticas com base nas regras mais recentes da legislação.
Com o apoio da tecnologia certa, o fechamento deixa de ser um processo manual e passa a ser um pilar de controle, conformidade e eficiência na gestão contábil.
A proximidade de 2026 levanta dúvidas importantes sobre mudanças fiscais, fim de declarações tradicionais e adaptação aos novos tributos. Entender o que permanece, o que muda e como se preparar é essencial para manter a empresa em conformidade e evitar riscos operacionais.
Veja as respostas para as principais dúvidas dos gestores neste momento de transição.
Não. Esses tributos continuam em vigor durante a fase de transição. Em 2026, começa apenas a cobrança simbólica da CBS (0,9%) e IBS (0,1%), com compensação total sobre o valor apurado. A substituição completa dos tributos atuais ocorrerá gradualmente até 2032.
Sim, ainda será necessário entregar a DIRF em 2026, referente ao ano-calendário de 2025. Essa será a última versão da obrigação. A partir de 2027, os dados do IRRF passarão a ser informados apenas via EFD-Reinf e eSocial.
Em 2026, as empresas precisarão apurar os tributos antigos (como PIS e COFINS) e, ao mesmo tempo, registrar os novos (CBS e IBS). Isso exige que o sistema calcule ambos de forma integrada e realize a compensação automática. O objetivo é testar os novos formatos sem gerar impacto financeiro imediato.
Depende. Muitos ERPs exigem atualização para lidar com a lógica de apuração dupla, compensações automáticas e novos campos fiscais. É essencial avaliar se o sistema está preparado para registrar e entregar os dados conforme os requisitos da CBS, IBS e obrigações acessórias atualizadas.


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