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Calendário Fiscal 2026: Confira as principais obrigações e evite atrasos

O calendário fiscal de 2026 traz um cenário mais complexo para as empresas devido à implementação da Reforma Tributária e à necessidade de apuração simultânea de tributos antigos e novos. Com a introdução da CBS (0,9%) e do IBS (0,1%), as organizações precisarão lidar com um modelo de transição que exige maior controle e precisão. Além disso, mudanças como a consolidação da EFD-Reinf no lugar da DIRF e a integração com o eSocial e a DCTFWeb aumentam o nível de fiscalização e o cruzamento automatizado de dados, elevando o risco de inconsistências e autuações. A rotina mensal passa a ser dividida em três etapas principais: envio de dados até o dia 15, pagamentos até o dia 20 e fechamento das escriturações no fim do mês. Esse fluxo integrado torna essencial garantir a qualidade das informações desde a origem. Diante desse cenário, o uso de tecnologia, como sistemas ERP, se torna fundamental para automatizar processos, reduzir erros e garantir conformidade fiscal. Empresas que se adaptarem a essa nova realidade terão mais segurança e eficiência na gestão tributária.

Os prazos mudaram, as exigências aumentaram e o risco de erros fiscais em 2026 nunca foi tão alto. O calendário fiscal agora exige atenção redobrada com a entrada em vigor das alíquotas de teste da Reforma Tributária.

A obrigatoriedade de apurar tributos antigos e novos ao mesmo tempo cria um cenário mais complexo. Gestores enfrentam o desafio de acompanhar obrigações fiscais e tributárias em um modelo de transição inédito, com impacto direto no fluxo de caixa e na conformidade.

Ignorar a nova agenda fiscal pode resultar em inconsistência de dados, autuações e prejuízos operacionais. Este conteúdo mostra como manter o controle e explica por que a tecnologia é essencial para simplificar o processo.

Quer entender como organizar sua empresa em meio à apuração dupla e às novas datas fiscais? Continue a leitura.

As 3 grandes mudanças do calendário fiscal 2026 (o que há de novo)

O calendário fiscal deste ano traz um novo nível de complexidade operacional. 

A combinação de obrigações antigas com novas exigências criadas pela Reforma Tributária, além da consolidação dos sistemas digitais, muda completamente a forma como as empresas devem planejar e cumprir suas responsabilidades fiscais.

Essas mudanças exigem revisão dos processos, atualização dos sistemas de gestão e atenção redobrada a cruzamentos automatizados. A seguir, veja os três pontos que mais impactam a agenda de obrigações fiscais em 2026.

1. O ano de teste da Reforma Tributária (CBS e IBS)

Com base na Emenda Constitucional n.º 132/2023 e na Lei Complementar n.º 214/2025, 2026 marca o início da aplicação do novo modelo tributário baseado no IVA dual. As empresas sob regime de apuração não cumulativa deverão calcular e pagar duas novas alíquotas:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): 0,9%, de competência federal;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): 0,1%, de competência estadual e municipal.

A cobrança será feita em paralelo à apuração tradicional, que ainda considera PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS. O modelo de apuração dupla exige parametrizações contábeis e fiscais específicas para garantir consistência entre os dois sistemas.

2. A consolidação da EFD-Reinf (o mundo pós-DIRF)

Em 2026, completa-se o segundo ano fiscal completo desde a extinção da DIRF, substituída pela EFD-Reinf para informações de IRRF, PIS, COFINS e CSLL. A mudança foi definida pela Receita Federal com base na reformulação do sistema de declarações acessórias.

As retenções passaram a ser informadas mensalmente, por meio da Série R-4000, com integração direta ao eSocial e à DCTFWeb. A periodicidade mais curta e o cruzamento automatizado aumentam o risco de identificação de erros.

A Receita intensificará a análise eletrônica dessas informações, com validações cruzadas entre bases fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Divergências entre o que foi retido, declarado e pago podem resultar em autuações mesmo sem intenção de fraude.

3. O fluxo integrado (eSocial/Reinf > DCTFWeb)

O processo de apuração de INSS e IRRF já opera com base em um fluxo digital consolidado. A integração entre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb transforma eventos operacionais em débitos automaticamente vinculados ao DARF.

Esse modelo está completamente implantado e depende da consistência das informações desde a origem. Erros na folha ou nas retenções fiscais impactam diretamente a DCTFWeb, impedindo o envio da declaração e gerando possíveis divergências com a Receita Federal.

O risco é o chamado efeito dominó. Um evento mal classificado, uma informação omitida ou um erro de parametrização contamina toda a cadeia de apuração. Entre os pontos mais sensíveis, destacam-se:

  • Classificação incorreta de rubricas no eSocial;
  • Retenções de IRRF lançadas fora do prazo ou com natureza errada;
  • Falta de correspondência entre o pagamento e o fato gerador;
  • Inconsistências entre valores da Reinf e da DCTFWeb.

O calendário fiscal 2026: obrigações mensais 

A agenda de obrigações fiscais em 2026 exige controle rigoroso desde a origem dos dados até a apuração e pagamento dos tributos. A estrutura do calendário mudou, e a gestão fiscal precisa acompanhar cada etapa do processo com precisão.

As entregas mensais devem ser organizadas em três blocos principais: entrada de dados, fechamento de declarações e pagamentos efetivos. Essa divisão facilita o controle contábil e reduz riscos de inconsistência.

A primeira quinzena (prazos de fechamento: dia 15)

Na primeira quinzena do mês, a prioridade é o envio dos dados que alimentam os sistemas fiscais da Receita Federal. As principais obrigações são:

  • eSocial: informações sobre folha de pagamento, encargos e eventos trabalhistas;
  • EFD-Reinf: retenções de IRRF, PIS, COFINS e CSLL sobre serviços prestados e tomados.

Esses dados compõem a base para apuração das contribuições e precisam ser enviados até o dia 15. Erros ou omissões nesta fase comprometem todo o ciclo fiscal do mês.

A segunda quinzena (prazos de pagamento: dia 20)

A partir dos dados enviados na primeira fase, são geradas as guias de recolhimento das obrigações. Até o dia 20, a empresa deve:

  • Transmitir a DCTFWeb, que consolida débitos de INSS e IRRF;
  • Gerar e pagar a Guia do FGTS Digital (GFD), via integração PIX.

A não conformidade nesses prazos pode resultar em bloqueios no CNPJ, autuações automáticas e impedimentos operacionais.

O fechamento do mês (os SPEDs tradicionais)

No fim do mês, as escriturações fiscais exigem atenção especial. Ainda permanecem ativas em 2026:

  • EFD ICMS/IPI: obrigação dos contribuintes estaduais;
  • EFD-Contribuições: apuração de PIS e COFINS, que continuam válidos durante a transição.

Esses SPEDs coexistem com as novas regras da Reforma Tributária de 2026, exigindo consistência entre sistemas e dados fiscais. A conferência entre escrituração e apuração deve ser feita com apoio de soluções automatizadas.

A novidade de 2026: apuração e pagamento da CBS e IBS

As empresas do regime normal devem realizar a apuração mensal dos novos tributos criados pela Reforma:

  • CBS (federal): alíquota de teste de 0,9%;
  • IBS (estadual e municipal): alíquota de 0,1%.

Ambos devem ser apurados com base nas operações do mês e pagos em guias próprias. A compensação será feita com os valores de PIS e COFINS, conforme determina a legislação. O layout e a data exata de vencimento ainda estão sob regulamentação federal.

Calendário 2026: obrigações anuais

O calendário fiscal para 2026 traz prazos relevantes para a entrega de tributos e declarações acessórias. Este será o primeiro ano com apuração em paralelo dos tributos tradicionais e das novas contribuições CBS e IBS, exigindo maior controle contábil e fiscal.

A DCTFWeb segue como principal obrigação de declaração de débitos de INSS e IRRF, sendo alimentada automaticamente pela EFD-Reinf e pelo eSocial. 

Já as informações que não estão integradas a esses sistemas devem ser enviadas manualmente pelo Módulo de Interação Tributária (MIT) disponível no e-CAC. O ERP StarSoft Applications oferece integração com esse processo via arquivos JSON homologados.

A seguir, veja os principais compromissos fiscais organizados por semestre.

Obrigações fiscais do primeiro semestre de 2026

Acompanhar as entregas entre janeiro e junho ajuda a manter a regularidade fiscal da empresa, evitando autuações, multas e atrasos no fechamento contábil.

Janeiro

  • Envio do Simples Doméstico (competência dezembro/2025)
  • Complementação mensal MEI (dezembro/2025)
  • EFD-Contribuições (novembro/2025)
  • EFD-Reinf (dezembro/2025)
  • DCTFWeb (dezembro/2025)
  • IRRF, CSLL, PIS, Cofins, CPRB (dezembro/2025)
  • DAS-MEI e PGDAS-D (dezembro/2025)

Fevereiro

  • Simples Doméstico (janeiro/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (janeiro/2026)
  • EFD-Contribuições (dezembro/2025)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, DAS-MEI, PGDAS-D (janeiro/2026)

Março

  • Simples Doméstico (fevereiro/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (fevereiro/2026)
  • EFD-Contribuições (janeiro/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (fevereiro/2026)
  • Defis (ano-calendário 2025)

Abril

  • Simples Doméstico (março/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (março/2026)
  • EFD-Contribuições (fevereiro/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (março/2026)

Maio

  • Simples Doméstico (abril/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (abril/2026)
  • EFD-Contribuições (março/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (abril/2026)
  • Escrituração Contábil Digital – ECD (ano-calendário 2025)

Junho

  • Simples Doméstico (maio/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (maio/2026)
  • EFD-Contribuições (abril/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (maio/2026)

Agenda de obrigações fiscais do 2º semestre de 2026

O segundo semestre mantém o padrão de entregas mensais, com destaque para o encerramento das obrigações do ano-calendário 2025.

Julho

  • Simples Doméstico (junho/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (junho/2026)
  • EFD-Contribuições (maio/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (junho/2026)
  • Escrituração Contábil Fiscal – ECF (ano-calendário 2025)

Agosto

  • Simples Doméstico (julho/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (julho/2026)
  • EFD-Contribuições (junho/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (julho/2026)

Setembro

  • Simples Doméstico (agosto/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (agosto/2026)
  • EFD-Contribuições (julho/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (agosto/2026)

Outubro

  • Simples Doméstico (setembro/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (setembro/2026)
  • EFD-Contribuições (agosto/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (setembro/2026)

Novembro

  • Simples Doméstico (outubro/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (outubro/2026)
  • EFD-Contribuições (setembro/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (outubro/2026)

Dezembro

  • Simples Doméstico (novembro/2026)
  • Complementação mensal MEI
  • EFD-Reinf e DCTFWeb (novembro/2026)
  • EFD-Contribuições (outubro/2026)
  • IRRF, PIS, Cofins, CSLL, CPRB, DAS-MEI, PGDAS-D (novembro/2026)

Impactos fiscais em 2026: Reforma Tributária e alterações no ICMS

A transição para o novo modelo tributário começa oficialmente em 2026. As empresas deverão apurar os tributos atuais e, ao mesmo tempo, os novos: CBS (0,9%) e IBS (0,1%).

Esse processo exige atenção especial à estrutura do ERP, que deve estar pronto para lidar com regras paralelas de apuração. Ainda não há definição final sobre guias de pagamento e obrigações acessórias específicas.

O que requer atenção imediata:

  • Parametrização de CST, NCM e CFOP para apuração dupla;
  • Atualização de cadastros de produtos e serviços;
  • Monitoramento de mudanças na Nota Fiscal Eletrônica (NFe);
  • Geração de relatórios paralelos para validação com o Fisco.

Em relação ao ICMS, até o momento, não há alterações confirmadas para 2026. O cenário estadual segue em revisão e requer acompanhamento contínuo por parte das equipes fiscais.

O risco do calendário manual na era da dupla apuração

A complexidade do calendário fiscal em 2026 torna inviável o controle por planilhas. A exigência de apurar simultaneamente tributos antigos e novos amplia o volume de dados, cruzamentos e prazos.

  • Como sua planilha vai calcular PIS, Cofins, CBS e IBS ao mesmo tempo?
  • Como ela vai validar automaticamente se os dados da EFD-Reinf batem com a ECF?

Planilhas não oferecem rastreabilidade, controle de versões nem validação automática. Isso aumenta o risco de inconsistência entre declarações, principal causa de autuações e multas por parte do Fisco.

Sistemas ERP com rotinas fiscais integradas garantem mais do que controle de prazos. Eles estruturam o fluxo de apuração de forma conectada, desde a origem até a entrega final.

Com isso, é possível:

  • Conciliar tributos antigos e novos em uma única base;
  • Gerar automaticamente declarações e guias com consistência;
  • Reduzir falhas manuais e evitar retrabalho operacional;
  • Acompanhar prazos e obrigações em tempo real, sem dispersão.

Como um ERP facilita o cumprimento das obrigações fiscais?

A gestão fiscal em 2026 exige controle absoluto sobre prazos, apurações e cruzamentos de dados. O uso de um ERP com módulo fiscal integrado, como o StarSoft Applications, elimina falhas manuais e reduz o risco de inconsistência entre sistemas.

A tecnologia automatiza o cálculo de tributos, organiza entregas acessórias e centraliza as informações fiscais em um único ambiente. Com isso, é possível acompanhar a agenda fiscal com mais precisão e garantir conformidade, mesmo diante da apuração simultânea de tributos antigos e novos.

Entre os principais benefícios de um ERP na rotina fiscal estão:

  • Automatização de processos: gera guias e declarações com base nas movimentações reais;
  • Integração de módulos: conecta folha, fiscal e contábil em tempo real;
  • Validação cruzada de dados: reduz falhas entre eSocial, EFD-Reinf, DCTFWeb e ECF;
  • Alertas de vencimentos: evita atrasos e penalidades por esquecimento;
  • Geração de arquivos compatíveis com o Fisco: garante entrega no padrão exigido.

Adotar um ERP fiscal deixa a operação mais segura, libera tempo da equipe e permite foco nas decisões estratégicas.

Perguntas frequentes sobre o calendário fiscal 2026

O novo calendário fiscal trouxe mudanças relevantes que levantam dúvidas práticas sobre obrigações, prazos e compatibilidade com os sistemas atuais. A transição da Reforma Tributária, combinada com ajustes no envio das declarações, exige atenção redobrada das equipes contábeis e fiscais.

A seguir, confira respostas objetivas para as perguntas mais comuns sobre a rotina fiscal em 2026.

O PIS, COFINS e ICMS acabam em 2026?

Não. Esses tributos continuam válidos ao longo de 2026. A Reforma Tributária estabelece um período de transição, e os novos impostos (CBS e IBS) terão apuração paralela durante o ano. Empresas deverão calcular e pagar ambos os modelos.

O que é essa apuração dupla da Reforma Tributária?

Trata-se da exigência de apurar os tributos atuais (PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS) e, ao mesmo tempo, calcular as alíquotas de teste da CBS (0,9%) e IBS (0,1%). A apuração dupla começa em 2026 e serve para ajustar os sistemas e preparar a operação para o novo modelo tributário.

A ECF e a ECD continuam em 2026? 

Sim. As escriturações contábil (ECD) e fiscal (ECF) permanecem obrigatórias em 2026. A entrega desses arquivos segue válida mesmo com a implementação gradual da Reforma Tributária. Os layouts atuais continuam em vigor.

O que acontece se eu perder o prazo da EFD-Reinf (dia 15)?

A omissão ou atraso na entrega da EFD-Reinf gera multa automática por descumprimento de obrigação acessória, com valores definidos pela Instrução Normativa RFB nº 2.163/2023. Além disso, erros ou falta de informações podem comprometer a geração correta da DCTFWeb e impactar o recolhimento de tributos.

Meu sistema ERP atual está pronto para a Reforma?

Nem todos os sistemas estão preparados para lidar com a apuração paralela de tributos. É essencial que o ERP ofereça suporte à CBS e IBS, permita personalização de alíquotas de teste e garanta integração com a NFe, eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb. Sistemas desatualizados aumentam o risco de inconsistência e multas.

Saiba mais sobre gestão fiscal e tributária

A organização e o cumprimento das obrigações fiscais e tributárias são fundamentais para manter a empresa em conformidade com as exigências legais. O uso de ferramentas tecnológicas, como um ERP, facilita a gestão e torna os processos mais eficientes.

Para aprofundar o conhecimento sobre o tema e entender como otimizar a rotina fiscal, confira os seguintes conteúdos:

A importância da Gestão fiscal e tributária nas empresas

Reforma Tributária 2026: o que muda e como se preparar

Compliance fiscal: como garantir o cumprimento das normas fiscais?

ERP fiscal: 5 motivos para implementar

Gestão fiscal e tributária: o que é e como fazer na sua empresa

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