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Balanço Patrimonial – Melhores Práticas

O balanço patrimonial é um dos relatórios fundamentais para a boa gestão das empresas. Afinal, ele registra todas as movimentações financeiras da empresa durante um período determinado. Apesar disso, muitas organizações ainda não estão dando a devida importância à essa prática, correndo o risco de comprometer a sobrevivência do negócio em longo prazo.

Se você já reconheceu a importância do balanço patrimonial e quer realizá-lo da melhor forma possível, confira o post de hoje. Aqui, separamos algumas dicas de melhores práticas para que sua empresa consiga obter melhores resultados. Confira!

Balanço-Patrimonial

Registros contábeis

O Conselho Federal de Contabilidade institui o registro contábil como uma tarefa obrigatória. Além disso, o Código Civil também determina essa como uma obrigação no artigo 1.179. Assim, todas as empresas – optantes ou não pela tributação Simples Nacional – são obrigadas a registrar suas movimentações contábeis. Ou seja, elas precisam ter documentos comprovando todas as transações financeiras realizadas.

Esses documentos precisam ser enviados ao contador, que irá fazer a escrituração contábil por meio das partidas dobradas. Claro que isso envolve um conjunto de termos técnicos e princípios contábeis, por isso é fundamental que seja feito por um profissional especializado.

Esses registros são extremamente importantes, já que sem eles, sua empresa fica vulnerável em processos por irregularidades tributárias. Também é prejudicial para a exatidão na declaração do imposto de renda. Sem falar que sem eles, a tarefa de avaliar o desempenho financeiro da empresa torna-se bem mais complicada. Isso porque o balanço patrimonial é realizado baseando-se nesses registros.

Classificar ativos e passivos

É fundamental classificar os elementos do balanço patrimonial em passivos e ativos para oferecer uma visão abrangente e ampla da situação contábil da empresa.

Os ativos se referem aos bens, direitos e aplicações de recursos dominados pela empresa. Inclusive investimentos financeiros e títulos a receber. Os passivos, por sua vez, compõem a lista de obrigações financeiras da organização. É nesse ponto que entram as despesas com folhas de pagamento, impostos, dívidas com bancos e demais valores a pagar.

Depois de classificar ativos e passivos, pode-se calcular a diferença entre eles. Desse cálculo resulta o chamado patrimônio líquido, que envolve tudo o que a empresa tem de fato disponível em caixa. Assim, para que o balanço esteja correto, a soma dos passivos e dos patrimônios líquidos deve ser igual ao valor de ativos.

Compreenda as informações do balanço

Por ser parte fundamental da gestão financeira das empresas, o balanço patrimonial precisa ser realmente compreendido. Ou seja, os dados que ele oferece devem ser aproveitados para medir a saúde financeira do negócio.

A informação mais clara que ele demonstra é a evolução do patrimônio líquido. Assim, é preciso observar sua curva de crescimento. O ideal é que ela aumente com o passar do tempo. Assim, demonstra que a empresa está faturando mais do que gasta, se mantendo assim longe do endividamento.

A liquidez – quantidade de recursos disponíveis para quitar dívidas em curto prazo – é outra informação a ser retirada do balanço. Ela comprova se a empresa é capaz de reagir em caso de emergências financeiras.

Outros dados que podem ser medidos a partir do balanço patrimonial são os níveis de endividamento, rentabilidade e rotatividade de recursos. Ao realizar a análise dessas informações, a segurança na gestão do negócio é aumentada.

Realize o balanço patrimonial da sua empresa e não deixe de aproveitar os indicadores que ele fornece. Dessa forma, você terá uma visão mais exata e realista da situação financeira da sua empresa.

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